A inteligência artificial já começa a impactar o mercado de trabalho de forma concreta. Um estudo do Goldman Sachs mostra que profissionais em início de carreira enfrentam os maiores efeitos dessa transformação.

Segundo o levantamento, o avanço da IA reduziu o crescimento mensal da folha de pagamento nos Estados Unidos. Além disso, a tecnologia contribuiu para um leve aumento na taxa de desemprego.
IA empregos iniciantes sofrem maior impacto
De acordo com a analista Elsie Peng, o impacto se concentra nos trabalhadores menos experientes.
“Grande parte do custo está recaindo sobre os trabalhadores menos experientes”, destacou.
Além disso, o estudo indica que funções de entrada são mais vulneráveis à automação.
Tecnologia substitui e também complementa
O relatório aponta dois efeitos principais da inteligência artificial no mercado.
Por um lado, a tecnologia substitui tarefas repetitivas. Isso já acontece em áreas como atendimento telefônico, cobrança e análise de seguros.
Por outro lado, a IA também atua como ferramenta de apoio. Nesse caso, ela aumenta a produtividade e ajuda profissionais a executar tarefas com mais eficiência.
Alguns setores já registram crescimento
Em áreas onde a IA complementa o trabalho humano, o emprego cresce. Além disso, setores como educação, direito e gestão de obras apresentam resultados positivos.
Segundo o estudo, esse avanço compensa parte das perdas em outras áreas.
Impacto pode ser maior no futuro
O banco alerta que os dados ainda não consideram totalmente novos empregos criados pela tecnologia.
Entre eles, estão vagas ligadas ao desenvolvimento de sistemas, construção de centros de dados e setores impulsionados pela produtividade.
Mercado passa por transformação estrutural
O avanço da inteligência artificial redefine o mercado de trabalho. Além disso, exige adaptação constante dos profissionais.
Por fim, especialistas apontam que quem estiver começando a carreira precisará desenvolver novas habilidades para se manter competitivo.













