Chelsea atropela o PSG no 1º tempo e conquista a Copa do Mundo de Clubes

Com show de Cole Palmer e gol de João Pedro, time inglês domina o favorito Paris Saint-Germain e garante o título com autoridade

O futebol voltou a provar que o favoritismo não entra em campo. O Chelsea fez um primeiro tempo impecável, venceu o Paris Saint-Germain por 3 a 0 e conquistou o título da Copa do Mundo de Clubes. A equipe inglesa resolveu a decisão ainda na etapa inicial, com atuação dominante diante de um PSG que vinha de uma temporada perfeita, com títulos em todas as competições que disputou.

MetLife Stadium • Divulgação/Chelsea

O futebol voltou a provar que o favoritismo não entra em campo. O Chelsea fez um primeiro tempo impecável, venceu o Paris Saint-Germain por 3 a 0 e conquistou o título da Copa do Mundo de Clubes. A equipe inglesa resolveu a decisão ainda na etapa inicial, com atuação dominante diante de um PSG que vinha de uma temporada perfeita, com títulos em todas as competições que disputou.

O grande nome da final foi Cole Palmer, que marcou dois gols aos 21 e 29 minutos, em finalizações quase idênticas, e ainda deu a assistência para o belo gol do brasileiro João Pedro, aos 42. No segundo tempo, o Chelsea administrou o resultado, baixou as linhas e controlou a partida. O PSG até tentou reagir, mas não conseguiu furar a defesa inglesa. O meia João Neves acabou expulso perto do fim, e houve confusão após o apito final, envolvendo jogadores e membros das comissões técnicas.

Domínio desde o início

O Chelsea neutralizou completamente o PSG sem a bola e foi extremamente eficiente quando atacou: seis finalizações, três gols. A postura intensa, organizada e objetiva desmontou o plano do time francês, que não conseguiu transformar posse em chances claras.

Campanha de campeão

Mesmo fora da lista de principais favoritos no início do torneio, o Chelsea cresceu no mata-mata. Goleou o Benfica, eliminou Palmeiras e Fluminense e fechou a campanha com uma atuação de gala na final. O clube chega ao segundo título mundial, repetindo o feito de 2021, ainda no formato antigo da competição.

Cole Palmer, o dono do torneio

Destaque absoluto da temporada 2024/25, Cole Palmer encerra o Mundial como o grande craque. Em 52 jogos no ano, soma 18 gols e 13 assistências, sendo decisivo também na Premier League e na Conference League. Na final, foi eleito melhor em campo e terminou a Copa do Mundo de Clubes como o melhor jogador do torneio.

João Pedro, estrela em ascensão

Contratado recentemente junto ao Brighton por cerca de R$ 415 milhões, João Pedro chegou aos Estados Unidos em meio às férias e rapidamente se tornou peça-chave. Decisivo contra Palmeiras e Fluminense, voltou a marcar na final e mostrou personalidade, faro de gol e protagonismo em momentos grandes.

Divulgação/Chelsea

O craque do time, da final, do torneio

Cole Palmer foi o grande nome do Chelsea nesta temporada 2024/25. Em 52 jogos, marcou 18 gols e deu 13 assistências. Foi figura importante para o quarto lugar na Premier League, o título na Conference League e agora a conquista da Copa do Mundo de Clubes. Palmer marcou dois gols na final contra o PSG, deu assistência açucarada para o de João Pedro e infernizou a defesa adversária ao longo de todo o jogo. Faturou o prêmio de melhor da final e da Copa do Mundo de Clubes. Tem muita frieza o inglês!

João Pedro – Chelsea x PSG – Copa do Mundo de Clubes (Foto: FRANCK FIFE / AFP)

No lugar certo, na hora certa

João Pedro estava curtindo as férias no Brasil no fim de junho. Até que o Chelsea anunciou a sua contratação junto ao Brighton, por R$ 415 milhões. O atacante brasileiro chegou nos Estados Unidos e, em poucos dias, parece já ter justificado esse valor. Ele foi muito bem contra o Palmeiras, nas quartas de final, marcou duas vezes na semifinal contra o Fluminense e também balançou as redes na final contra o Paris Saint-Germain. Isso sem falar nas outras jogadas que proporcionou. Que estrela!

”Fiquei 40 dias de férias, chego no meio de um campeonato, o primeiro com grandes equipes. Eu estou vivendo o inexplicável, não sei o que falar. Eu vinha trabalhando com um personal trainer. Aí chego, elimino um time que me deu tudo, que foi difícil, e chego em uma final. Minha primeira final… Acho que eu estou vivendo o inexplicável. Dois gols na semifinal, um na final. É Deus, não tem muito o que falar”, disse ao Sportv.

 

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