Acre destaca papel do CER III na inclusão e autonomia de pessoas com Síndrome de Down

O Acre celebra neste 21 de março o Dia Internacional da Síndrome de Down, reforçando a importância da inclusão e do respeito. Além disso, a data chama atenção para a conscientização sobre a condição genética.

No estado, o destaque é o trabalho realizado pelo Centro Especializado em Reabilitação III, que atua diretamente na promoção da autonomia e qualidade de vida dos pacientes.

Síndrome de Down no Acre: atendimento especializado no CER III

O CER III é referência no atendimento de pessoas com Síndrome de Down no Acre. Atualmente, cerca de 94 pacientes recebem acompanhamento especializado na unidade.

Além disso, os atendimentos incluem:

  • estimulação precoce
  • fisioterapia
  • fonoaudiologia
  • terapia ocupacional

O modelo é multidisciplinar. Ou seja, diferentes profissionais atuam juntos para garantir o desenvolvimento completo do paciente.

Acompanhamento contínuo fortalece desenvolvimento

Diferente de atendimentos pontuais, o acompanhamento no CER III é contínuo. Muitos pacientes realizam terapias até três vezes por semana.

Com isso, é possível evitar a perda de avanços já conquistados. Além disso, o acompanhamento constante contribui para o desenvolvimento motor, cognitivo e social.

Segundo especialistas, esse cuidado contínuo é essencial. Isso porque a Síndrome de Down exige atenção individualizada e acompanhamento a longo prazo.

Inclusão vai além da saúde

A gerente da unidade, Cinthia Brasil, destaca a importância da data. Segundo ela, o momento reforça a necessidade de inclusão.

“Essa data valoriza as potencialidades das pessoas com Síndrome de Down e fortalece o compromisso com uma sociedade mais inclusiva.”

Além disso, o trabalho do CER III não se limita ao tratamento clínico. Ele também promove inclusão social e autonomia.

Famílias destacam importância do CER III

Para muitas famílias, o CER III representa segurança e apoio. Aline Gurgel, mãe de uma criança atendida na unidade, destaca o impacto do serviço.

“É um suporte essencial que garante o desenvolvimento e a inclusão dos nossos filhos”, afirmou.

Segundo ela, o acompanhamento multidisciplinar faz diferença no presente e no futuro das crianças.

Síndrome de Down não é doença

Especialistas reforçam que a Síndrome de Down não é uma doença. Trata-se de uma condição genética causada pela presença de um cromossomo extra no par 21.

Por isso, não existe “cura”. Além disso, o termo correto é “pessoa com Síndrome de Down”, priorizando o indivíduo.

Combate ao preconceito é fundamental

Apesar dos avanços, o preconceito ainda é um desafio. Muitas vezes, ele começa dentro da própria sociedade.

Nesse sentido, a conscientização é fundamental. Além disso, dar oportunidades é essencial para garantir inclusão real.

“Eles são capazes. Apenas precisam de estímulos adequados e tempo para desenvolver seu potencial”, destacou Aline.

CER III fortalece inclusão no Acre

O trabalho desenvolvido pelo CER III, em parceria com a Secretaria de Saúde, vai além do atendimento médico. Ele contribui diretamente para a construção de uma sociedade mais inclusiva.

Por fim, a atuação da unidade reforça que inclusão não é apenas um conceito. É um direito que precisa ser garantido na prática.

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Zyrion Brazil

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