UNICEF orienta responsáveis a conversar sem culpa e procurar apoio quando o sofrimento persiste.
Mudanças de comportamento após o uso de dispositivos podem indicar que uma criança ou adolescente viveu uma experiência negativa online. O UNICEF recomenda que os responsáveis conversem de forma acolhedora, sem responsabilizar quem sofreu a agressão.
É útil ouvir o relato, registrar o que aconteceu pelos meios apropriados e verificar os procedimentos da escola e da plataforma. Se os efeitos emocionais persistirem ou forem intensos, a família pode buscar avaliação profissional. Cada caso exige cuidado próprio; retirar o celular imediatamente sem ouvir a criança pode dificultar que ela conte o que aconteceu.
Primeira conversa
Perguntas abertas e tom calmo ajudam a criança a explicar o que aconteceu. Evitar culpabilização preserva a confiança para que ela relate mensagens, ameaças ou a participação de colegas.
Próximos passos
Registrar evidências de forma segura, usar canais de denúncia e envolver a escola quando necessário pode interromper a situação. Se houver sofrimento persistente, busque apoio profissional adequado.