OMS defende coleta e análise de informações para localizar barreiras de acesso.
A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 1,3 bilhão de pessoas no mundo vivam com deficiência significativa. A entidade aponta a ausência ou insuficiência de dados como um dos fatores que dificultam a identificação de desigualdades.
Na educação, indicadores bem definidos ajudam a acompanhar acesso, permanência e condições de aprendizagem. Os números, porém, precisam ser coletados com respeito às pessoas e interpretados sem reduzir indivíduos a categorias estatísticas. Planejar acessibilidade exige combinar dados com a participação de quem enfrenta as barreiras diariamente.
Dados que revelam barreiras
Contar matrículas é diferente de acompanhar permanência, participação e aprendizagem. Indicadores mais completos podem mostrar onde faltam recursos ou adaptações, desde que se conheçam suas definições.
Participação nas decisões
Pessoas com deficiência e suas famílias devem poder explicar as dificuldades cotidianas. A coleta de dados precisa proteger privacidade e servir para melhorar o acesso, sem transformar categorias estatísticas em rótulos sobre capacidade.
Fonte: OMS, deficiência e saúde.







