Iniciativa da Capes e da Embaixada da França apoia mobilidade acadêmica internacional.
O Programa Guatá 2026, realizado pela Capes em parceria com a Embaixada da França, foi criado para apoiar a mobilidade internacional de doutorandas e doutorandos indígenas brasileiros em instituições francesas de ensino e pesquisa.
Na modalidade de doutorado sanduíche, a página oficial informa permanência de seis a nove meses. A experiência permite desenvolver parte da pesquisa em parceria internacional. Como o cronograma e as etapas da edição 2026 já estão em andamento, interessados em futuras oportunidades devem verificar novas chamadas, sem presumir que o edital atual permaneça aberto.
Pesquisa e cooperação internacional
Uma etapa de doutorado em instituição francesa pode ampliar o acesso a laboratórios, acervos e redes de pesquisa relevantes para o projeto. No caso do Guatá, o recorte do programa é direcionado a doutorandas e doutorandos indígenas brasileiros. O plano acadêmico deve respeitar os objetivos da pesquisa e as regras do edital da edição.
Como acompanhar chamadas futuras
Se a seleção atual já estiver em andamento, a preparação para outra oportunidade pode começar pelo diálogo com orientadores e possíveis instituições anfitriãs. Prazos, critérios e documentos não devem ser presumidos a partir de chamadas anteriores. A página da Capes é a fonte para confirmar novas edições e atualizações.
Fonte: Capes, Programa Guatá 2026.







